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AIDS
Informação e prevenção são armas importantes para combater a doença
O Dia “D” de luta contra a Aids foi em 1º de dezembro. Mas, durante este mês de dezembro as entidades, os órgãos de saúde, instituições e organizações não-governamentais estarão empenhados em promover o entendimento sobre a pandemia e incentivar a análise sobre a Aids, seja no plano da saúde, seja no plano social e, sobretudo, no aspecto da prevenção.
Este ano, a campanha do Dia Mundial tem como público primordial os jovens de 15 a 24 anos. Essa escolha foi feita ao se levarem em consideração dados comportamentais como o maior número de parceiros casuais dos jovens em relação aos não-jovens e o elevado índice de jovens (40%) que declaram não usar preservativo em todas as relações sexuais.
Os objetivos da campanha são desconstrução do preconceito sobre as pessoas vivendo com HIV/Aids e a conscientização dos jovens sobre comportamentos seguros de prevenção. Para isso, o tema da campanha será: “O preconceito como aspecto de vulnerabilidade ao HIV/Aids”.
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Fique sabendo
- Prevalência do HIV se mantém estável: 0,6%
- Há 18 pessoas com Aids para cada 100 mil habitantes
- Média de 35 mil novos casos de Aids por ano
- Onze mil óbitos, em média, por Aids por ano
- Seis óbitos/ 100 mil habitantes
- Proporcionalmente, há mais casos de Aids em grandes cidades
- Estima-se que 630 mil brasileiros vivam com Aids
- Vírus tem prevalência de infecção em 0,61%
- Doença é mais comum entre os homens (0,82%) que entre as mulheres (0,41%) |
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O que é?
É uma doença que ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A Aids é considerada um dos maiores problemas da atualidade pelo seu caráter pandêmico (ataca ao mesmo tempo muitas pessoas numa mesma região) e sua gravidade.
Qual o agente envolvido?
A infecção se dá pelo HIV, vírus que ataca as células do sistema imunológico, destruindo os glóbulos brancos (linfócitos T CD4+). A falta desses linfócitos diminui a capacidade do organismo de se defender de doenças oportunistas, causadas por microorganismos que normalmente não são capazes de desencadear males em pessoas com sistema imune normal.
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Quais os sintomas?
Os primeiros fenômenos observáveis são fraqueza, febre, emagrecimento, diarréia prolongada sem causa aparente. Na criança que nasce infectada, os efeitos mais comuns são problemas nos pulmões, diarréia e dificuldades no desenvolvimento.
Fase sintomática inicial: candidíase oral, sensação constante de cansaço, aparecimento de gânglios nas axilas, virilhas e pescoço, diarréia, febre, fraqueza orgânica, transpirações noturnas e perda de peso superior a 10%.
Infecção aguda: sintomas de infecção viral como febre, afecções dos gânglios linfáticos, faringite, dores musculares e nas articulações; ínguas e manchas na pele que desaparecem após alguns dias; feridas na área da boca, esôfago e órgãos genitais; falta de apetite; estado de prostração; dores de cabeça; sensibilidade à luz; perda de peso; náuseas e vômitos.
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Como tratar?
A Aids não tem cura, mas os portadores do HIV dispõem de tratamento oferecido gratuitamente pelo Governo. Ao procurar ajuda médica, em um dos hospitais especializados em DST/Aids, o paciente terá acesso ao tratamento anti-retroviral. Os objetivos do tratamento são prolongar a sobrevida e melhorar a qualidade de vida do paciente, pela redução da carga viral e reconstituição do sistema imunológico. O atendimento é garantido pelo SUS, por meio de ampla rede de serviços.
O Brasil distribui 15 medicamentos anti-retrovirais na rede pública de saúde. Esses medicamentos retardam o aparecimento da Aids e possibilitam maior qualidade de vida ao portador do vírus. Os anti-retrovirais agem na redução da carga viral e na reconstituição do sistema imunológico.
Como se prevenir?
Para evitar a transmissão da Aids, recomenda-se uso de preservativo durante a relação sexual, uso de seringas e agulhas descartáveis, teste prévio no sangue a ser transfundido e uso e luvas quando estiver manipulando feridas ou líquidos potencialmente contaminados. As gestantes devem fazer o teste de Aids e começar o pré-natal o mais cedo possível.
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Assim pega:
- Sexo na vagina sem camisinha
- Sexo oral sem camisinha
- Sexo anal sem camisinha
- Uso de seringa por mais de uma pessoa
- Transfusão de sangue contaminado
- Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação
- Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados
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Assim não pega:
- Sexo desde que se use corretamente a - Camisinha (linkar com a Dica Camisinha Funciona)
- Masturbação a dois
- Beijo no rosto ou na boca
- Suor e lágrima
-Picada de inseto
- Aperto de mão ou abraço
- Sabonete/toalha/lençóis
- Talheres/copos
- Assento de ônibus
- Piscina
- Banheiro
- Doação de sangue
- Pelo ar
Fonte: Ministério da Saúde
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